quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Porta


Cheguei e já não estavas.
Faz tempo, muito tempo, que te foste embora durante a minha ausência.

Até hoje, não sei por que porta saíste.
Fechaste-as todas.

E eu,
Não o sabendo,
Não sei por onde te arrancar de mim.

8 comentários:

... a cada instante ... disse...

As mãos que tantas vezes abriram a porta do nosso quarto... as mãos que fizeram promessas eternas... essas mãos eu conheço...
E parece-me quase impossível que sejam as mesmas mãos que usaste para fechar a porta e sair de casa...
Essas mãos são estranhas para mim... são as mãos que me arrancaram o coração...

Abraço.

Pedro Branco disse...

Perfeito! Apetece bater-te... eheheh

Queda Livre disse...

Esta mensagem devia chamar-se espelho, porque me revi nela.
Parabéns!

Eli disse...

Em primeiro lugar, gosto imenso desta música, como muitas cantadas por esta voz!

Mas, quando cheguei aqui, a ideia com que fiquei do post foi uma que já me tinha passado hoje pela cabeça: quando estamos encurralados e quase intoxicados pelo ar que respiramos, devemos aproveitar a tal porta que se abre e ir em frente, respirar outro ar e mudar para um ambiente livre.

:)

Putty Cat disse...

Não arranques.

Deixa simplesmente morrer.



Gostei desta mini-fronha! :)


Beijo meu

Estranha pessoa esta disse...

..........
................
.
Pois É.
.....
.........




P.S.: Sugestão de rua aceite. Março eu e a ardósia estamos lá :D

Estranha pessoa esta disse...

......... Vim re(ler) a ver se sei de mim.
..


O sonoro fatiga-me o miocárdio.

Amor amor disse...

Lindo demais, Brain!

Beijos doces cristalizados!!! ;o)